sábado, 7 de abril de 2012

Resenha de Abril


Tema: Mocinho sequestra mocinha;
Livro: Escolha da Pureza, Jennie Lucas
Coleção: Harlequin Paixão - Dominadores





Se algum dos presentes souber de algo que possa impedir essa união, que fale agora...
Xerxes Novros estava disposto a fazer mais do que apenas declarar seus motivos para não deixar Rose se casar... Ele iria roubar a noiva e levá-la para sua ilha particular na Grécia! Raptada por um estranho sombrio e implacável, Rose não tinha escolha... Xerxes estava certo de seu objetivo: teriam juntos a noite de núpcias que lhe fora negada...”


Infelizmente eu começo atrasada as resenhas, mês passado com a volta de viagem, faculdade e diretoria de uma organização eu não consegui terminar de ler a tempo, terminei essa semana, ai aproveitei o pique e li o de abril já! xD

Pois bem, eu adoro historia com gregos e italianos, apesar de estereotipar todo um povo eu gosto bastante, principalmente porque eles vao acabar passando em um dos dois países, e eu morro por conhecer a Grécia e mais da Itália (eu conheço apenas Roma), então já comecei o livro empolgada, outro ponto que eu gosto muito é mocinho sequestrando a mocinha, é sempre uma desculpa tão ruim que eu morro de rir, humor estranho eu sei.

O livro começa no casamento da nossa mocinha Rose, com o barão sueco Lars, e ela é sequestrada pelo nosso aparentemente vilão Xerxes ( impossível não lembrar do filme 300, mas bola pra frente).

Logo no inicio descobrimos que o sr. Barão é casado já e tudo que ele queria era levar nossa pobre mocinha de 29 anos e ainda virgem para cama, pois a doce garota só iria se entregar para o marido.

Bem a mocinha é sequestrada porque o mocinho quer troca-la pela esposa de Lars, que está em coma escondida em algum lugar do mundo enquanto o marido gasta a fortuna dela e reza fortemente para ela morrer!

No ‘cativeiro’, se é que dar pra chamar disso uma casa linda em uma ilha grega, Rose descobre toda a historia e moça boa que é aceita continuar com isso para ajudar Xerxes!

E nisso toda a historia se desenvolve, com viagens para ilhas paradisíacas e o México, muuuuuitas noites quentes, e um mocinho que não é tão mal assim!

O melhor do livro? O mocinho, que apesar de parecer muito mal é na verdade uma pessoa boa.

O pior? Desculpem as mais românticas, mas mocinha de 29 anos e virgem doce e inocente, realmente não cola pra mim...poderia ter seguido a mesma linha, mas por favor com uma idade decente para a criatura!

No geral, eu realmente adorei o livro, lido em poucos dias, mesmo com uma agenda pessoal tensa!!

Um like para o livro =D

A proposito quem quiser eu coloco ele disponivel para download, só pedir!!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Resenha de Abril - Mocinho sequestra mocinha

Pureza Roubada - Elizabeth Mayne
"Ela conquistou o inimigo com a força de seu amor!
Alemanha e França, 841 d.C.
Raptada por um guerreiro saxão, Thea Bellamy enfrentou o maior desafio de sua vida: a mente ordenava-lhe que odiasse aquele homem, mas ela não conseguia dominar os caprichos de seu enlouquecido coração…
E Thea descobriu o irresistível poder da paixão nos braços de Roderick, duque de Emory,
seu raptor!"

Então, outro histórico... Já deu pra notar que eu adoro romances históricos? Acho que ainda não, já que esse ainda é só o segundo livro da maratona. Mas como criatura ansiosa que sou, já vou adiantando que adoro e se a lista de temas me permitisse eu colocaria a maratona toda histórica, mas vamos falar do livro agora.
Não conhecia a autora e depois da decepção do livro de março, confesso que comessei a ler esse livro com um pé atrás. Não era necesssário. Eu adorei o livro, tanto pelo jeito como a história foi se encaixando de modo perfeito (odeio quando a autora muda o rumo do livro de uma vez e a história fica meio boiando no vazio) quanto pela inteligência dos personagens, o que gera muitas cenas engraçadíssimas e ótimos diálogos.
O melhor do livro? A mocinha que não era assim tão submissa e o mocinho, enfrentando o serio problema de tentar conseguir o respeito de gente que te conhece desde que ele usava fraldas. É bom saber que não importa a cultura ou a época que você vive, certas coisas não mudam... Além disso o contexto foi muito bem colocado, sem desviar a atenção mas sem tomar o espaço da história. O pior? Acho que a história da Marie foi meio rápida demais, como se a autora tivesse se esquecido dela no meio do livro. Mesmo assim, foi muito bom ter lido.